sábado, 11 de setembro de 2010

Chuva de ETs sobre a Índia?

Você talvez já tenha lido ou ouvido falar, vagamente, sobre a “chuva vermelha” que atingiu parte da Índia em 2001. Na época, surgiu um noticiário um tanto quanto sensacionalista dando a entender que as partículas vermelhas presentes na água da chuva seriam fragmentos de um meteorito ou até “bactérias alienígenas”. Mas uma investigação realizada por cientistas indianos concluiu que se tratavam de esporos de um tipo de líquen.
Partículas da chuva vermelha de Kerala
Partículas da chuva vermelha de Kerala


A hipótese alienígena, no entanto, era interessante demais para ser deixada de lado, e voltou com tudo no fim de agosto, com a publicação online de um artigo científico descrevendo como as partículas da chuva vermelha se reproduzem — quando submetidas a uma temperatura mínima de 121ºC.
Esse artigo tem a distinção especial de ser assinado por ninguém menos que Chandra Wickramasinghe, pai, juntamente com o falecido Fred Hoyle, da versão moderna da hipótese da panspermia, segundo a qual a vida na Terra teria sido semeada por partículas, ou mesmo organismos, vindos do espaço.
(Hoyle, um grande cientista que deu importantes contribuições à teoria da formação de elementos químicos no interior das estrelas, foi preterido pelo Prêmio Nobel, supostamente por sua defesa de teses pouco ortodoxas — além da panspermia, ele se batia pela teoria do “Universo de estado estável”, que descarta o Big Bang como ponto inicial da expansão do cosmo. Ele ainda escreveu meu romance de ficção científica favorito, A Nuvem Negra.)
No artigo de agosto, Wickramasinghe e colegas descrevem como as partículas vermelhas da chuva aumentam de número, com células “filhas” se formando no interior de células “mães”, quando submetidas a uma temperatura letal para a maioria das formas de vida terrestres.
O “paper” não chega a afirmar uma origem alienígena para as criaturas, lembrando que na Terra mesmo existem organismos extremófilos, que prosperam em condições que a vida “normal” consideraria desesperadoras. Curiosamente, os extremófilos vêm sendo muito estudados como modelos para hipotéticas formas de vida extraterrestres.

Nebulosa do retângulo vermelho: cheia de vida?
Nebulosa do Retângulo Vermelho: cheia de vida?

Completando o argumento, a equipe de Wickramasinghe informa que as células da chuva vermelha cintilam, quando excitadas por luz ultravioleta, de forma que corresponde, de um modo “impressionante” (dizem os autores) à cintilação da Nebulosa do RetânguloVermelho — acima, em foto do Hubble.  E a cintilação da nebulosa, nas palavras do artigo, não é explicada por “um modelo não biológico convincente”.
Retângulo Vermelho fica a uns 2.000 anos-luz daqui.
E onde tudo isso deixa a nós, leigos? É importante, primeiro, reforçar que em nenhum momento do artigo os pesquisadores afirmam que a chuva vermelha teve, de fato, origem alienígena. Eles apenas apontam indícios e argumentos que aparentemente favorecem essa hipótese.
O trabalho provavelmente será criticado por outros cientistas, que talvez até tentem reproduzi-lo e oferecer interpretações diversas. Se obterão sucesso é algo que temos de esperar para ver.
Eu pessoalmente fico torcendo para que Wickramasinghe esteja certo — um Universo onde micróbios se formam no vácuo ao redor de estrelas distantes e depois caem do céu me parece muito mais interessante que um onde a abiogênese se dá em oceanos ou poças de lama primordial — mas existe uma diferença entre preferência estética e convicção racional.
Como dizem os colegas de ultramar, a ver veremos.


Artigo escrito por Carlos Orsi Martinho, ou apenas Carlos Orsi, como assina, é um escritor brasileiro de ficção científica e horror e jornalista especializado em divulgação da Ciência. É uma figura ativa da atual geração de autores da ficção científica brasileira.
Sua estréia profissional como ficcionsita se deu no número 24 da revista Isaac Asimov Magazine, título publicadao no Brasil pela Editora Record entre 1990 e 1993, com a novela "Aprendizado". Foi sócio da Editora Ano-Luz, que publicou livros de ficção científica no Brasil entre 1997 e 2004, e é parte no núcleo original de autores do universo Intempol, criado por Octavio Aragão.
Seu trabalho como ficcionista, composto, majoritariamente, por contos e novelas, foi poublicado em antologias coletivas da Ano-Luz e em praticamente todos os periódicos brasileiros que abriram espaço para o gênero fantástico -- de fanzines a revistas como Dragão Brasil, Quark, SciFi News Contos, Pesquisa FAPESP, Pl4y e, mais recentemente, na revista Ficções, em uma edição especial sobre ficção científica brasileira, lançada em 2006.
Seu até agora único romance, Melissa, a Meretriz do Mal, está disponível online no website a Intempol. (wikipédia).

fonte: Estadão.com.br




Os impactos, marcados pelas manchas brancas, foram detectados ocorreram em 3 de junho e 20 de agosto. Nasa/EFE


WASHINGTON - Astrônomos amadores conseguiram uma grande façanha com seus pequenos telescópios, segundo a Nasa, que confirmou nesta quinta-feira, 9, que, pela primeira vez, telescópios baseados na Terra capturaram o impacto de um objeto relativamente pequeno com um planeta gigante.
Os fanáticos por astronomia foram os primeiros a detectar dois objetos "relativamente pequenos", segundo a Nasa, que se desintegraram ao entrar na atmosfera de Júpiter formando uma bola de fogo, usando telescópios instalados em suas próprias residências.
Os impactos aconteceram nos dias 3 de junho e 20 de agosto, segundo os cientistas da Nasa, que acompanharam as observações e confirmaram que foram corretas.
Os especialistas calcularam que o objeto observado em 3 de junho tinha entre 8 e 13 metros de diâmetro, comparável ao asteroide RF12, que passou perto da Terra na última quarta-feira.
Anthony Wesley, da Austrália, foi quem o avistou primeiro. O astrônomo amador já descobriu em julho de 2009 uma mancha escura em Júpiter que os cientistas não tinham detectado até então.
O segundo objeto, detectado em agosto, foi descoberto primeiro pelo japonês Masayuki Tachikawa, e pouco mais tarde confirmado por Aoki Kazuo e Masayuki Ishimaru.
Eles tinham seus telescópios apontando para o planeta gigante naquele dia pois sabiam que estavam em meio à "temporada de Júpiter", quando o planeta está mais alto no céu e é visto maior da Terra.

fonte: Estadão.com

Astrônomos descobrem uma nova classe de buracos negros.

Esta é uma impressão artística do HLX-1, representado pelo objeto de luz azul no canto superior esquerdo, localizado na borda da galáxia ESO 243-49.[Imagem: Heidi Sagerud]

Buraco negro médio
Há cerca de um ano, astrônomos europeus e norte-americanos descobriram um buraco negro pesando mais de 500 massas solares.
Localizado a milhões de anos-luz de distância, ele foi batizado de HLX-1 (Hyper-Luminous X-ray source 1: fonte de raios X hiperluminosa 1).
Agora, cientistas da França, Reino Unido e Estados Unidos acreditam ter encontrado uma comprovação da distância e do brilho desta fonte ultraluminosa de raios X, confirmando que ela realmente está localizada em uma galáxia vizinha.
Os resultados demonstram que o HLX-1 não está nem na nossa própria galáxia e nem é um buraco negro gigante no centro de uma galáxia distante - ou seja, trata-se de uma nova classe de buracos negros, até agora desconhecida.
Os astrônomos sempre desconfiaram da existência de uma classe intermediária de buracos negros, maiores do que os buracos negros estelares e menores do que os buracos negros supermaciços existentes no núcleo das galáxias. Mas, até agora, ninguém havia conseguido encontrar nenhum espécime desses.

Caça aos buracos negros
Os astrônomos afirmam que o HLX-1 é o mais membro mais radical de uma família de objetos astronômicos situados na galáxia ESO 243-49, localizada a 290 milhões de anos-luz da Terra.
Sua luminosidade supera a média dos outros objetos celestes de sua classe por um fator de 100, sendo ainda 10 vezes mais luminoso do que o segundo colocado.
Com isto, os astrônomos estão tendo que rever suas teorias sobre o brilho máximo das fontes ultraluminosas de raios X. A descoberta também dá suporte à ideia de que um buraco negro de massa intermediária pode realmente existir dentro do HLX-1. Até agora, contudo, os cientistas não conseguiram detectar esse buraco negro.
A equipe agora pretende investigar se há mais objetos tão extremos quanto o HLX-1 e comparar os dados sobre ele com os dados de outras grandes fontes ultraluminosas de raios X. Isto poderá ajudá-los a entender a existência de buracos negros de massa intermediária, além de ajudar a determinar a sua localização exata.

fonte: Site Inovação Tecnológica

Leis da Física podem variar ao longo do Universo


Leis da Física podem variar ao longo do Universo
Pelos dados obtidos pelos pesquisadores, a constante alfa não seria constante, mas variável, contrariando o princípio da equivalência de Einstein, que estabelece que as leis da física são as mesmas em qualquer lugar. [Imagem: Julian Berengut/UNSW]

Uma equipe de astrofísicos está propondo uma teoria que muda radicalmente a forma como entendemos o Universo.
Em um artigo ainda não aceito para publicação em revistas científicas, o grupo afirma ter encontrado indícios de que as leis da física são diferentes em diferentes partes do Universo.
 
Constante alfa
O artigo propõe que uma das supostas constantes fundamentais da natureza talvez não seja assim tão constante.
Em vez disso, este "número mágico", conhecido como constante de estrutura fina - ou constante alfa - parece variar ao longo do Universo. A constante alfa mede a magnitude da força eletromagnética - em outras palavras, a intensidade das interações entre a luz e a matéria.
Há alguns anos, físicos propuseram que alfa poderia ter variado ao longo do tempo - numa escala de 12 bilhões de anos - mas agora os físicos propõem que ela varia ao longo do espaço.
Pelos dados obtidos pelos pesquisadores, a constante alfa não seria constante, mas variável, contrariando o princípio da equivalência de Einstein, que estabelece que as leis da física são as mesmas em qualquer lugar.
"As implicações para o nosso entendimento atual da ciência são profundas. Se as leis da física passam a ser apenas 'sub-leis locais', pode ser que, embora a nossa parte observável do Universo favorece a existência da vida e dos seres humanos, outras regiões mais distantes podem ter diferentes leis que se oponham à formação da vida, pelo menos tal como a conhecemos," especula ele.

Eixo magnético universal
As conclusões dos pesquisadores foram baseadas em medições realizadas com o Very Large Telescope (VLT), no Chile, e com os maiores telescópios ópticos do mundo, no Observatório Keck, no Havaí.
"Os telescópios Keck e VLT estão em hemisférios diferentes - eles olham para direções diferentes ao longo do Universo. Quando olhamos para o norte com o Keck, vemos em média um alfa menor nas galáxias distantes, mas quando olhamos para o sul com o VLT, vemos um alfa maior," explica o Dr. Julian King, coautor do trabalho.
A variação observada é muito pequena, não mais do que 1 parte em 100.000. "Mas é possível que variações muito maiores possam ocorrer fora do nosso horizonte observável", especula King.
"Depois de medir a constante alfa em cerca de 300 galáxias distantes, surgiu uma consistência: este número mágico, que nos dá a força do eletromagnetismo, não é o mesmo em todos os lugares, como ele é aqui na Terra, e parece variar continuamente ao longo de um eixo preferencial através do universo," explica o professor John Webb, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália.

Leis da Física podem variar ao longo do Universo
A variação da constante alfa foi detectada como uma continuidade ao longo do espaço, o que daria uma espécie de "eixo preferencial" para o Universo - é como se houvesse um eixo magnético universal, atravessando todo o Universo observável, da mesma forma que há um eixo magnético de polo a polo da Terra. [Imagem: Webb et al.]
Este talvez seja o elemento mais intrigante da proposta, o fato de a variação ter sido detectada como uma continuidade ao longo do espaço, o que daria uma espécie de "eixo preferencial" para o Universo - é como se houvesse um eixo magnético universal, atravessando todo o Universo observável, da mesma forma que há um eixo magnético de polo a polo da Terra.
De forma bastante interessante, esse eixo magnético universal coincide com medições anteriores que deram origem à teoria do chamado Fluxo Escuro, que indica que uma parte da matéria do nosso Universo estaria vazando por uma espécie de "ralo cósmico", sugada por alguma estrutura de um outro universo.

Variação das leis da física
Se os dados se confirmarem - e não tiverem outra explicação menos revolucionária - um achado como esse poderia obrigar os cientistas a repensarem totalmente sua compreensão das leis da Natureza.
"A constante de estrutura fina, e outras constantes fundamentais, são absolutamente centrais para a nossa teoria atual da física. Se elas realmente variam vamos precisar de uma teoria melhor, mais profunda," arrisca o Dr. Michael Murphy, coautor do trabalho.
A variação das leis da física, seja no espaço ou no tempo, sempre ocupou a mente dos cientistas. Pelas teorias atuais, uma pequena variação de alfa, por exemplo, significaria que as estrelas não produziriam carbono, a base da química que forma a vida na Terra.
É por isso que os cientistas afirmam que são as características "especiais" deste nosso ponto no Universo que criam as condições para a vida como a conhecemos, características estas que poderiam não existir em outros pontos. Uma afirmação de resto circular - poderia haver outros "pontos de equilíbrio", que dariam origem a formas de vida diferentes da nossa, algo como "se a vida não fosse assim, seria diferente" - descartada, obviamente, a hipótese da "não-vida".
"Embora uma 'constante variável' possa abalar a nossa compreensão do mundo que nos rodeia, afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. O que estamos descobrindo é extraordinário, não há dúvida sobre isso," diz Murphy.
Talvez. Mas tudo recomenda que se espere até que o artigo seja revisado por outros cientistas e aceito para publicação em uma revista conceituada. Resta saber, sobretudo, se os outros cientistas acharão que uma variação de 1 em 100.000 é assim tão extraordinária.

fonte: Site Inovação Tecnológica

3° ENCONTRO UFOLÓGICO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Para você que se interessa por Ufologia, está sempre à procura de respostas e em buscas de novos conhecimentos sobre os mistérios do nosso Universo, sempre se perguntando: “Estamos sós no universo?”, não perca duas palestras com ufólogos experientes, retratando temas polêmicos como: “Fenômeno OVNI – O mistério que desafia a ciência", com o Ufólogo Renato Mota do CBPDV – Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores“ e "Ufos, erros de interpretação e fatos" com o Ufólogo Ricardo Varella, cientista do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), além de ser consultor da Revista UFO. Vamos tentar entender um pouco da tecnologia desses OVNIS, popularmente conhecido por Discos Voadores, que nos visitam desde épocas remotas até os dias atuais com avistamentos diários em vários lugares do mundo. Incidentes famosos de avistamentos e perseguição dessas Naves, fotos e vídeos reais desses objetos, inclusive algumas fraudes e erros de interpretações. Contamos com sua presença.



Entrada Gratuita!!!!


DIA: 25 de Setembro (SÁBADO)


HORÁRIO: 18h30min HORAS ÁS 21h30min HORAS.


LOCAL: ESPAÇO MARIO COVAS


Endereço: Praça Afonso Pena, 29 – CENTRO.


Telefone: (012) 3921-7587




PALESTRANTES (UFOLÓGOS):


RENATO MOTA – Radialista, formado em Rádio e TV. Estudo o fenômeno OVNI desde 1997. Pesquiso UFOARQUEOLOGIA que é a evidência de seres extraterrestres e discos voadores desde épocas remotas, civilizações antigas e livros sagrados. Pertenço ao CBPDV (Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores), AUG (Associação Ufológica de Guaratinguetá) e IEVE (Instituto de Estudos Valeparaibanos sobre Extraterrestres).

ASSUNTO: “OVNIS - O FENÔMENO QUE DESAFIA A CIÊNCIA” - O mistério dos discos voadores, dos tempos remotos a atualidade.


RICARDO VARELA: engenheiro eletrônico, doutor em computação cientifica, trabalha no Inpe no desenvolvimento de experimentos embarcados em balões na Divisão de Astrofísica. Pesquisa o fenômeno UFO desde 1983. Consultor da Revista UFO. Pesquisa evidências ufológicas em fotos e vídeos. É consultor da Revista UFO e conferencista renomado da divulgação dos estudos relacionados ao fenômeno OVNI.

ASSUNTO: "Ufos, erros de interpretação e fatos”.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Telescópio Kepler descobre dois novos exoplanetas.


Ilustração artística dos dois exoplanetas descobertos pelo telescópio espacial Kepler, orbitando a mesma estrela.[Imagem: NASA/Ames/JPL-Caltech]
Dois exoplanetas semelhantes a Saturno foram descobertos por um grupo de cientistas a partir de dados obtidos pelo telescópio espacial Kepler, da Nasa.
Trata-se do primeiro sistema planetário com mais de um planeta transitando ("passando pela frente") a mesma estrela.
O grupo também encontrou sinais de um possível terceiro, menor que Saturno mas maior do que a Terra. Os exoplanetas estão em órbita de uma estrela de dimensão parecida com a do Sol.

Caçador de planetas
O observatório Kepler, lançado em março de 2009, tem como missão ajudar no descobrimento de planetas em órbita de estrelas distantes. A identificação é feita por meio da medição da diminuição da luz da estrela à medida que planetas passam em sua frente (transitam).
O grupo liderado por Matthew Holman, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, analisou sete meses de dados colhidos pelo Kepler, com observação de mais de 156 mil estrelas, e identificaram dois novos planetas, aos quais deram os nomes Kepler-9b e Kepler-9c.
Os planetas têm períodos de transição de 19,2 e 38,9 dias, respectivamente. Os períodos são instáveis, aumentando ou diminuindo em taxas de 4 minutos e 39 segundos por órbita.

Interações gravitacionais
Um planeta único orbita uma estrela de modo periodicamente preciso, mas, no caso dos planetas descobertos, as variações, segundo os pesquisadores, devem-se às fortes interações gravitacionais entre eles.
Levando em conta suas características gravitacionais e velocidade radial, os autores do estudo sugerem que os dois planetas são corpos de grande massa em órbita de sua estrela, denominada Kepler-9.
A partir da análise dos dados do observatório espacial, os cientistas também apontam a possibilidade de terem descoberto um terceiro planeta, com massa maior do que a da Terra.
Esse planeta estaria em uma órbita mais interior, mas, segundo os cientistas, mais análises serão necessárias para confirmar a sua existência.

fonte: Inovação tecnológica

Conheça a galáxia mais estranha já vista.


É uma galáxia ou seriam duas? O astrônomo Art Hoag foi o primeiro a fazer essa pergunta quando ele próprio encontrou, por acaso, esse objeto extragaláctico absolutamente incomum.[Imagem: NASA/R. Lucas(STScI/AURA)]

Objeto de Hoag

É uma galáxia ou seriam duas?

O astrônomo Art Hoag foi o primeiro a fazer essa pergunta quando ele próprio encontrou, por acaso, esse objeto extragaláctico absolutamente incomum.
Na parte externa, o agora chamado Objeto de Hoag é um anel repleto de estrelas azuis brilhantes, enquanto perto do centro há um aglomerado de estrelas mais vermelhas, provavelmente muito mais velhas.
Entre os dois há uma lacuna que parece quase completamente escura.
Como o Objeto de Hoag se formou é algo que ainda não se sabe, embora objetos semelhantes já tenham sido identificados e catalogados como um tipo de galáxia em anel.

Colisão de galáxias

As hipóteses de sua gênese incluem uma colisão de galáxias, que teria ocorrido bilhões de anos atrás, e o efeito gravitacional de uma barra central que teria desaparecido.
Esta imagem, obtida pelo Telescópio Espacial Hubble em julho de 2001, revela detalhes sem precedentes do Objeto de Hoag.
O Objeto de Hoag se espalha por cerca de 100.000 anos-luz, estando situado a cerca de 600 milhões de anos-luz de distância, na direção da constelação da Serpente.
Coincidentemente, através do espaço vazio no interior do Objeto de Hoag pode-se ver uma outra galáxia anel, que provavelmente está situada a uma distância muito maior.

fonte: Inovação tecnológica